terça-feira, 11 de outubro de 2011

PASTEL DA FEIRA


Pastel de feira é aquele que vem pingando óleo e o vendedor dá uma secada num papel antes de te entregar. O ideal é comer acompanhado de um pingado: um cafezinho feito na hora (na hora em que o pasteleiro acordou, às 4 da manhã), sem açúcar e frio (porque a garrafa térmica já é velha e não mantém a temperatura).O segredo de um bom pastel deve estar no óleo, que é utilizado por várias vezes (senão por vários dias). Você pede o pastel, o vendedor abre aquelas gavetinhas de metal, ergue um pano de prato, tira a massa de dentro e a joga na fritadeira.

FESTA JUNINA


Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "Festa de São João". Os outros dois santos populares celebrados nesta mesma época são São Pedro e São Paulo (no dia 29) e Santo Antônio (no dia 13).

FOLIÃO DE REIS


Em Londrina, são seis grupos – quatro na zona urbana e dois na zona rural – que percorrem a cidade celebrando com música e poesia o nascimento de Jesus Cristo. O mestre em Folia de Reis Francisco Garbosi, da Companhia Mensageiros da Paz, começou a participar da festa ainda menino, por causa de seu pai, também folião. Mais de 60 anos depois, ele mantém viva a tradição familiar e, se depender de seus descendentes, a festa não será esquecida. Atualmente, Garbosi sai às ruas acompanhado de três netos. “O foco principal da festa é o nascimento de Jesus. Uma nova vida com esperança de vida eterna. Nós, cantadores de rei, acreditamos piamente que pregamos Jesus na plenitude de sua santidade”, disse o folião.
ACARAJÉ
A UNESCO define como Patrimônio Cultural Imaterial as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas e também os instrumentos, objetos, artefatos e lugares que lhes são associados e as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos que se reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural. O Patrimônio Imaterial é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, interação com a natureza e sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo, assim, para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
FREVO

SAMBA E LITERATURA DE CORDEL



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SAMBA
Criações imateriais como a literatura e a música; as expressões e os modos de viver, como a linguagem e os costumes; os locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral, assim como as paisagens e as áreas de proteção ecológica da fauna e da flora.
LITERATURA DE CORDEL



Acadêmicos do Grande Rio - Samba-Enredo 1995


Acadêmicos do Grande Rio - Samba-Enredo 1995
Nessa história em verde e amarelo
A Grande Rio deu um toque tão sutil,
Nas terras do rei Amazonas
Do continente do imperador Brasil
Vamos viajar, nas matas de tantas riquezas
Entre rios e igarapés
Vivia Manaus, a linda princesa
Das lendas que os índios conviviam
O artista resolveu criar
Neste enredo de encantos e magias
Onde tem o boto rosa com o dom de conquistar

Um brinquedo de criança
Virou tesouro profundo (bis)
Despertando a cobiça
Do outro lado do mundo

Perguntou:
Espelho, espelho meu
Será que existe alguém mais rica do que eu?
Minha rainha poderosa,
Manaus é um tesouro muito maior que o seu
A Inglaterra mandou, um emissário pra cá
Tudo que viu ele voltou pra confirmar
Teatro, casa de chá, boemia,
Muito mais a fidalguia tinha aos seus pés
Os barões da borracha tinham ousadia
De acender os charutos com 500 mil réis

Um navio sorrateiro apareceu
Levando quase ao mundo inteiro
As seringueiras, com isso a princesa adormeceu
Entre fadas-madrinhas, no seu sono prosseguia
Pra despertar do berço da ecologia
E o príncipe encantado, Manaus ele beijou
Para tecnologia a princesa acordou

Embala eu, embala eu
Pátria mãe, gentil (bis)
No despertar deste sono
Encontrei meu sonhado Brasil...

CARIMBO



Patrimônio Cultural Imaterial ressalta a importância que tem os processos de criação e manutenção do conhecimento sobre o produto a ser protegido como: as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas, junto com instrumentos, objetos e técnicas e lugares que lhes são associados, e está diretamente relacionado com o conhecimento, com o processo de criação, e não com o produto resultante desse conhecimento, muito embora seja este indubitável.  

CAPOEIRA


Os bens culturais poderão gerar dificuldades na constatação da existência, e na imaterial compreendem toda a produção cultural de um povo, desde sua expressão musical, até sua memória oral, passando por elementos caracterizadores de sua civilização, fácil é ver que a marca da imaterialidade decodificação do conteúdo dessas manifestações no cotidiano, assim como nas atividades voltadas à sua catalogação, preservação e estímulo.

Esse esporte é tipicamente brasileiro, e faz um bem enorme para saúde é ótimo para te deixar em forma para o verão.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

FESTA DO PAU BANDEIRA

A tradicional festa de Santo Antônio, padroeiro da cidade de Barbalha acontece todos os anos no mês de junho. A tradição consiste em cortar um tronco com cerca de 20 metros e 2 toneladas, na abertura da festa.
A árvore recebe a benção do vigário ainda na serra do Arararipe, depois é levada até a sede da igreja, nos ombros dos devotos, reunindo milhares de pessoas.
São 6 km de caminhada carregando o tronco, no fim do percurso, o tronco é fincado em frente à Igreja da Matriz e transformado em mastro para a bandeira de Santo Antônio.
No último dia 24, no Cine-Teatro Neroly Filgueira, o secretário de Turismo, Dorivan Amaro, e o diretor do Departamento de Patrimônio, Theófilo Ebert, reuniram-se com diversos segmentos da sociedade para apresentar o andamento do processo de tombamento da Festa do Pau da Bandeira como bem imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A conclusão do processo, segundo Dorivan, poderá ocorrer ainda este ano.
Está em processo de Registro em andamento pelo Iphan
IINSTRUMENTO DO FANDANGO
 
Fandango - Continuando uma Tradição para Preservar uma Cultura - O Fandango é uma dança que foi trazida pelos portugueses e acabou se juntando com a cultura de Cananéia. Quando um grupo de Fandangos foi se apresentar no nosso hotel a noite foi bem divertido, o ritmo das músicas é animado mas algumas letras nós não conseguimos entender pois são cantadas muito rápidas.
Em uma das perguntas o chefe do grupo respondeu que eles dançavam para a cultura deles não ser esquecida. Todos que estavam participando tinham sorrisos no rosto e um garoto de uns 9 anos também estava lá dançando com o grupo,mas ele não era filho de nenhum dos dançarinos ou cantores ele estava lá por vontade própria, para continuar uma tradição e preservar uma cultura
 
O Fandango é o conjunto de várias danças. Hoje em dia faz parte do folclore brasileiro. A coreografia possui passos repetitivos e a dança é uma tradição passada de pai para filho. O fandango caiçara possui uma estrutura bastante complexa, envolvendo diversas formas de execução de instrumentos musicais, melodias, versos e coreografias.


 

BUMBA MEU BOI

Está em processo de Registro em andamento pelo Iphan - O pedido de registro do Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão como Patrimônio Cultural do Brasil. A solicitação foi encaminhada ao presidente do Iphan em 14 de abril de 2008 por intermédio de requerimento assinado por representantes de uma Comissão constituída pela Superintendência do Iphan no Maranhão, Secretaria de Estado da Cultura, Fundação Municipal de Cultura de São Luís, Comissão Maranhense de Folclore, Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular (da Universidade Federal do Maranhão) e os representantes dos grupos de Bumba-meu-boi.

PARQUE ARTHUR THOMAS

Localizado no Ribeirão Cambé, o Parque Arthur Thomas está inserido em um fragmento de Mata Atlântica. É o local ideal para passeios, caminhadas, e excursões às margens do lago ou trilhas mata adentro, onde é possível observar um verde exuberante, macacos-prego, quatis, cotias, gambás, lagartos, aves da região e algumas migratórias. Possui lago, uma usina (que fornecia energia elétrica para Londrina na década de 1930), trilhas na mata e uma belíssima cachoeira.


domingo, 9 de outubro de 2011

Feira Nordestina


Interação cultural com resgate de tradições do Nordeste é apenas um dos objetivos da 15ª Feira Nordestina, que será realizada em Londrina, no Museu de Arte da cidade. Durante os quatro dias de festa, os presentes vão poder contar com shows ao vivo, teatro, artesanato, comidas típicas e muita diversão.


Feira da Lua


Feira mais democrática que a Feira da Lua não existe. Além de boa opção para toda a família passear, conta com comida para todos os gostos e bolsos, tudo preparado com muito capricho e qualidade. Tem desde os tradicionais pastel, espetinho e churros, passando pelos crepes, lanches e sorvetes até chegar nas barracas de comida nordestina, italiana e japonesa. São várias opções cada um come o que quer, tem toda essa liberdade e por isso funciona bem, porque é um conjunto. Aproveitando o passeio e a boa comida, os freqüentadores da feira encontram várias opções para levar para casa. Desde os produtos típicos das feiras livres como verduras, frutas e legumes a grãos, embutidos, pães, bolos e bolachas caseiras. Tem ainda artesanatos, bijuterias, acessórios e artigos infantis.
Horário: De terça a sábado à partir das 18:00 horas.
Terça - feira: Jardim Quebec (Rua John Kennedy).
Quarta – feira: Zerão (Rua Gomes Carneiro).
Quinta – feira: Jardim Igapó (Praça Maria Thereza Vieira).
Sexta – feira: Parque Alvorada (entre Com - Tour e Armazém da Moda).
Sábado: Aeroporto (Em frente ao Lar Anália Franco).


Lenda: Tarobá das cataratas do Iguaçu


As lendas são narrações orais de caráter fantástico que no entanto procuram dar uma explicação a um fato real. Como em todo o Brasil, o lendário do Paraná, é muito rico, deixando transparecer a fértil imaginação do índio e do caboclo.
Os índios kaingangue, que habitavam às margens do rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'boi um deus que tinha a forma de uma serpente e que era filho de Tupã. O cacique dessa tribo chamado Igobi, tinha uma filha. Naipi, tão bonita que as águas do rio paravam quando a jovem nela se mirava, devido a sua beleza, Naipi seria consagrada ao deus M'boi, passando a viver somente para o seu culto. Havia porém, entre os kaingangue um jovem guerreiro chamado Tarobá, que ao ver Naipi por ela se apaixonou. No dia da festa da consagração da jovem índia, enquanto, o pajé e os caciques bebiam cauim (bebida feita de milho fermentado) e os guerreiros dançavam, Tarobá fugiu com a linda Naipi numa canoa que seguiu rio abaixo, arrastada pela correnteza.
Quando M'boi soube da fuga de Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então nas entranhas da terra e retorcendo o seu corpo, produziu na mesma, uma enorme fenda que formou uma catarata gigantesca. Envolvidos pelas águas dessa imensa cachoeira, a piroga e os fugitivos caíram de grande altura desaparecendo para sempre.

Feira de Caruaru



Data de Registro: 20/12/2006
Localização do Bem: Caruaru - PE
Aspectos Relevantes: A Feira como lugar de socialização e referência cultural
A Feira de Caruaru, localizada na cidade de Caruaru, estado de Pernambuco,  surgiu numa fazenda, situada num dos caminhos do gado entre o sertão e a zona canavieira, onde pousavam vaqueiros, tropeiros e mascates. No final do século XVIII, ali se construiu a capela de Nossa Senhora da Conceição, ampliando a convergência social e fortalecendo as relações de trocas comerciais em torno do lugar. Assim, a feira cresceu juntamente com a cidade e foi um dos principais motores do seu desenvolvimento social e econômico. A Feira de Caruaru é um lugar de memória e de continuidade de saberes, fazeres, produtos e expressões artísticas tradicionais que continuam vivos no comércio de gado e dos produtos de couro, nos brinquedos reciclados, nas figuras de barro inventadas por Mestre Vitalino, nas redes de tear, nos utensílios de flandres, no cordel, nas gomas e farinhas de mandioca, nas ervas e raízes medicinais. Sem sua dinâmica, e o mercado que a feira proporciona esses saberes e fazeres já teria desaparecido.

Messias Bezerra e o Lambe-Lambe


Este é o Messias Bezerra e o instrumento que ele apresenta com orgulho  é o lambe-lambe  que  nos anos  60  era profissão conhecida e  muito lucrativa . Uma  visita ao lambe –lambe  era  indispensável  para aqueles que queriam tirar seus documentos ou eternizar lembranças por meio da fotografia. Hoje  o Sr. Messias  utiliza-se  de uma máquina digital para colher imagens, mas não se separa do seu bom e velho companheiro que lhe deu tantos anos de  alegria.


Lambe-Lambe

Feira do Feito à Mão


À sete anos, todos os sábados  pela manhã, lá está ela : “A feira do feito à mão”, linda e imponente no calçadão de Londrina.
É difícil passar por ela  e não parar para  observar ou comprar  algo fabricado artesanalmente.

Pastel da Feira


Bem Não-Oficial

Pastel de feira é aquele que vem pingando óleo e o vendedor dá uma secada num papel antes de te entregar. O ideal é comer acompanhado de um pingado: um cafezinho feito na hora (na hora em que o pasteleiro acordou, às 4 da manhã), sem açúcar e frio (porque a garrafa térmica já é velha e não mantém a temperatura).O segredo de um bom pastel deve estar no óleo, que é utilizado por várias vezes (senão por vários dias). Você pede o pastel, o vendedor abre aquelas gavetinhas de metal, ergue um pano de prato, tira a massa de dentro e a joga na fritadeira.

Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina - OSUEL


A Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL) foi fundada em 14 de março de 1984 pelo ex-reitor da Universidade Estadual de Londrina, Marco Antônio Fiori. A OSUEL faz parte da Casa de Cultura da UEL que integra o CECA, Centro de Comunicações e Artes da Universidade Estadual de Londrina.

FILO


O Filo é um festival internacional de teatro, apresentações de dança, música entre outras apresentações culturais que acontece na cidade de Londrina. Ele se encontra na 43° edição.

Festa Junina


Bem Não-Oficial

Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "Festa de São João". Os outros dois santos populares celebrados nesta mesma época são São Pedro e São Paulo (no dia 29) e Santo Antônio (no dia 13).

Folião de Reis


Bem Cultural Não-Oficial

Em Londrina, são seis grupos – quatro na zona urbana e dois na zona rural – que percorrem a cidade celebrando com música e poesia o nascimento de Jesus Cristo. O mestre em Folia de Reis Francisco Garbosi, da Companhia Mensageiros da Paz, começou a participar da festa ainda menino, por causa de seu pai, também folião. Mais de 60 anos depois, ele mantém viva a tradição familiar e, se depender de seus descendentes, a festa não será esquecida. Atualmente, Garbosi sai às ruas acompanhado de três netos. “O foco principal da festa é o nascimento de Jesus. Uma nova vida com esperança de vida eterna. Nós, cantadores de rei, acreditamos piamente que pregamos Jesus na plenitude de sua santidade”, disse o folião.

Feira da Lua


A Feira da Lua é uma feira que acontece às quartas-feiras no período da noite, por isso o nome feira da lua. Acontece em frente ao Moringão, onde têm barraquinhas de pastel, milho, churros, sukiaki, espetinho entre outras barraquinhas de comidas. O local também disponibiliza de mesas, boa iluminação e é um lugar agradável para ir com a família e amigos.